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<EDIÇÃO 211>


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Independência para buscar qualidade

Os produtos fabricados no Brasil têm a mesma qualidade dos importados, por isso estão conquistando a confiança dos assentadores de revestimentos. Um produto nacional bem cuidado pode realizar cerca de 10 mil cortes em toda a sua vida útil.
Quando ten­ta­mos definir o segmento de Cor­ta­do­res Manuais de Revestimentos en­contramos diversas barreiras em relação a seu histórico e perfil econômico. As entidades que poderiam representar as in­dústrias especializadas ainda en­fre­ntam dúvidas sobre sua suposta responsabilidade. Ora definem o segmento como ferramentas elé­tricas, ora como ferramentas ma­nuais. Mas esse em­purra-empurra não afeta a qualidade dos produtos, a eficiência das indústrias e a responsabilidade do bom aten­dimento. Embora caminhem de forma in­dependente, as empresas avan­çam a passos largos na conquista do mercado, na evolução técnica e na seriedade de produzir cortadores manuais com qualidade compatível ao mercado externo. Toda a produção nacional é ab­sorvida pelo mercado interno e sa­be-se que um bom produto é ca­paz de executar uma grande quantidade de cortes. Já existem no mercado acessórios importados, com capacidade de corte en­tre 1.000 a 3.000 cortes. Mas um produto bem cuidado, com rodel de qualidade, pode realizar cerca de 10 mil cortes ao longo de to­da a sua vida útil. E o que é me­lhor, com o produto nacional. Incentivo à confiança De acordo com o supervisor de Vendas da Cortag, Marcos Ro­ber­to Gomes, a alta capacidade de corte e separação dos cortado­res nacionais é resultado de um es­­forço contínuo entre os fabri­can­tes do setor, que acompa­nham as tendências da indústria de cerâmica, hoje especializada em pisos cerâmicos com forma­tos maiores, mais espessos e de maior dureza. A Cortag tem a mais completa linha de cortadores manuais para pi­sos e revestimentos cerâmicos do Brasil, atendendo as necessida­des de todos os níveis profissio­nais e hobbistas. Os produtos apresentam medidas entre 40 cm e 1 metro, podendo trabalhar em cor­tes de ângulos reto e diagonal, inclusive suportando o porcelanato. A empresa fabrica também o separador de pisos, ferramenta indispensável para a separação de revestimentos mais espessos. Há uma relação forte entre a em­presa e seus parceiros e cli­entes, o que incentiva o desenvol­vi­mento de novos produtos. Na opi­nião de Marcos, o mercado co­nhece toda a linha de cortadores disponíveis no mercado. “Nossos representantes estão constantemente informando os varejistas so­­bre as novidades e lançamentos. Em nossos workshops para pro­­fissionais demonstramos os di­versos tipos de cortadores de nos­sa linha”, informa. Marcos lembra que existem al­ternativas ganhando a confiança do coloca­dor, como o cortador de te­lha, um pro­du­to que exe­cu­ta cor­­tes em qualquer ân­gulo e ta­ma­nho. Aten­de a to­dos os ti­­p­os de te­lhas cerâmicas, levando apenas al­guns segundos para fina­lizar o serviço, com o mínimo de es­for­ço. Opção correta O diretor da Mayorca, Vilson La­er­te Dalgallo, assegura que a indústria de cortadores acompanha a evolução entre as cerâmicas e por­­celanatos e fabrica máquinas que atendem a placas cerâmicas com até 1,26 metro. Com essa ca­pa­cidade, sua linha de cortadores abrange todos os tamanhos de re­vestimentos existentes no mer­ca­do. “Já entregamos 50 cortadores manuais com essa capacida­de, e não recebemos nenhum tipo de reclamação”, assegura. Vilson observa que a capacida­de de consumo do Brasil é maior do que aparenta atualmente. “Falta divulgação e esclarecimentos por parte dos fabricantes. Po­de­mos tra­balhar um pouco mais os bene­fí­cios dos nossos produtos, pois nem todos os profissio­nais co­nhe­cem os muitos tama­nhos e modelos de cortadores dis­poníveis nas lojas”, acrescenta. Ele concorda que o segmento ain­da é muito con­fundido ou mal com­parado com outras ferramentas de corte exis­tentes no mercado nacional. O proprietário da Mayorca es­cla­rece que, para o corte do por­ce­lanato, a opção correta é o cortador manual, que não estilhaça o polimento. Não é necessário usar for­ça para tal operação. Eco­lo­gi­ca­mente, o produto é o mais correto possível e, quando bem utilizado, não gera desperdício.
Vantagens dos cortadores manuais*
- Não usa água para os cortes - Não provoca ou propaga poeira - Não necessita de eletricidade - Evita desperdício de peças cerâmicas. (*) Informações fornecidas por Vilson Laerte Dalgallo - diretor da Ind. e Com. Ferr. Mayorca Ltda.
Relacionamento forte A Bosch coloca nas lojas uma li­nha completa de cortadores, em vá­­rios tipos, incluindo modelos mais po­pulares, ser­­ra-mármore, ser­ra ti­co-tico e esmeri­lha­dei­ras para cor­tes de revestimentos ce­râmicos. A empresa desen­vol­veu op­ções com alto rendimento, que não provocam ra­cha­duras nas placas, não prejudicam o aca­bamento e, alguns dos mo­delos, trabalham cortes em curva. Há outras opções, como a ser­ra-copo para fazer furos redondos, no tamanho certo para instalar registros e acessórios. A empresa montou uma rede de atendimento com aproxima­damente 400 unidades em todo o Brasil. Com esse suporte adequado ao cliente, a Bosch oferece orientação técnica, esclarecimentos sobre a correta aplicação de cada ferramenta ou má­quina e completa estrutura de prestação de serviços para o re­vendedor e consumidor final. “É semp­­re aconselhável ter uma as­sistência técnica preparada para for­talecer o rela­cio­namento com os clientes. So­bre­tudo para atender à reposição de acessórios ne­cessários aos cor­ta­dores. E o re­ven­dedor pode uti­li­zar a nossa es­tru­tura para oferecer um serviço a mais para o con­su­midor”, ga­ran­te Marcelo Cas­so­ne, gerente de Mar­keting Uni­da­de de Fer­ra­mentas Elétricas Bosch. A marca Bosch avança no mer­ca­do de forma surpreendente. Pos­­­sui um material de exposição ex­clusivo para o PDV, criando um uni­verso personalizado de produtos, serviços, acessórios e atendimento completo. Trabalha um mar­keting seguro e eficiente, com anúncios em jornais e revistas, mas sempre atenta ao seu principal ca­nal de distribuição e divulgação: o revendedor. Para cobrir as necessidades deste tipo de cli­ente, a empresa montou uma força de vendas baseada em 1.000 profis­sio­nais, que levam to­do o material e informação ne­ces­sá­rios para cobrir a rotina do PDV. Apesar dessa estrutura arrojada, Cassone reconhece que mui­tas ferramentas auxiliares no as­sen­tamento de placas cerâmicas con­­tinuam desconhecidas do pú­bli­co, co­mo, por exemplo, um simples ba­tedor de rejuntamentos. “O tra­balho dos profissionais vem me­­lhorando. Hoje estamos tendo bons ganhos em serviços que aten­dem às exigências das normas de qualidade. Temos produtos ca­da vez mais baratos, com qua­lidade superior e, se o re­ven­de­dor encontra alguma dificulda­de, ele pode solicitar cobertura até por meio do nosso site. Basta re­­cebermos uma solicitação e pre­­­pa­ra­mos treinamento para a lo­ja, com técnicos es­pecializados”, afirma.
Os fabricantes e seus diferenciais
Bosch Reúne soluções inovadoras para o segmento profissional. Suas ferramentas elétricas somam 100 itens para aplicações em metal, madeira, pedra e concreto, nas categorias elétrica, com ou sem fio, pneumáticas e de bancada. No PDV, organiza uma exposição diferenciada. Em alguns casos, é possível experimentar os produtos, usando o conceito “máquina + acessório”, potencializando a produtividade para o usuário. Os cortadores garantem alta produtividade, com corte perfeito, sem provocar rachaduras. Cortag Oferece a mais completa linha de cortadores manuais de revestimentos cerâmicos, atendendo às necessidades profissionais em todos os níveis. Tem cortadores com capacidade de corte entre 40 cm e 1 m., que trabalham ângulos retos e diagonais. Oferece uma linha de acessórios: furadores de azulejos, separador de pisos, desempenadeiras, batedor de argamassa, raspador, cortador de telhas, entre outros. Mayorca Acompanha a evolução da indústria de revestimentos cerâmicos e porcelanatos. Tem cortador manual que atende uma capacidade de corte de até 1,26 metros. O revendedor pode contar com peças de reposição, como os rodeis, limitadores de tamanhos maiores e todas as peças de reposição fornecidas o mais rápido possível. Vonder Trabalha com uma equipe de consultores que orientam e conscientizam os seus clientes, transmitindo conhecimento sobre o produto e as formas corretas de utilizá-los. Desenvolveu embalagens auto-explicativas. Oferece produtos complementares: rodel de reposição, estopas de limpeza, fitas antiderrapantes, trenas, níveis, luvas, óculos e capacetes de proteção e demais complementos para assentamento de cerâmicas.
Auto-explicação O revendedor promove oportuni­da­des de vendas, por ser um par­cei­ro indispensável para a relação com o consumidor. No ponto-de-venda a indústria complementa a oferta de acessórios para suprir o uso dos cor­tadores manuais. A Vonder pro­cura preservar todas as oportuni­dades que o PDV lhe oferece. Cris­ti­ano Carlos Zwiener Jr., diretor co­mer­cial da empresa, su­gere apenas que o vendedor res­salte as ins­tru­ções de uso do pro­duto e sua ca­pa­cidade de cor­te, indicando os materiais a que po­dem ser aplicadas as di­ferentes fer­ramentas que fabrica. Pa­ra tan­to, criou embalagens auto-ex­plica­ti­vas, que funcionam como “pro­motoras de vendas”. Cristiano acredita que o lojista co­nhe­ce bem a variedade de cor­ta­do­res disponíveis. No entanto, as pe­que­nas revendas enfrentam uma li­mi­tação de oferta, trabalhando apenas com os modelos mais bá­sicos. Enfrentando a concorrência com seriedade, a Vonder desen­vol­ve em­balagens e expositores mais modernos e atraentes, o que já se tornou um dos seus diferenciais neste segmento. Investe na produção de informativos de alta qualidade e treinamentos de vendas a todos os seus clientes. Sua equipe técnica es­cla­rece dúvidas de uso, funcionamento e garantias sobre o bom funcionamento de suas ferramentas. “O treinamento ainda é a melhor forma de capacitar o profissional, se­ja ele aplicador ou vendedor. Mas exis­tem outras medidas que podem ser tomadas pelo fabricante, e também pelo revendedor, para que o produto seja utilizado corretamente. Consultar os nossos ma­nuais, observar as indicações nas em­­ba­­lagens e preservar as ca­rac­te­rís­­ticas originais de fábrica são os prin­­cipais argumentos que am­pliam a vida útil de uma ferramenta”, in­dica Cristiano.
Publicado em 01 de abril de 2008 por Equipe ConstrucaoTotal
 
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